material de apoio
Glossário
As palavras que aparecem no curso, em português simples. Não precisa decorar: volte aqui quando uma aula usar um termo que você não conhece, ou peça ao Claude: "explique o que é isto em português simples".
O computador
- Pasta e arquivo: tudo no computador é um arquivo guardado dentro de uma pasta, e uma pasta pode ter outras pastas dentro.
- Caminho: o endereço de um arquivo, com as pastas separadas por barra, como
Documents/confeitaria/index.html. - Extensão: o final do nome do arquivo, depois do ponto, que diz o tipo dele:
.html,.css,.md,.json. - Pasta pessoal e
~: a pasta com o seu nome de usuário. Nos comandos, ela aparece como~. - Arquivo ou pasta oculta: o nome que começa com ponto, como
.claudeou.env. No Mac e no Linux, esses itens ficam escondidos até você pedir para mostrar; no Windows, a maioria aparece normalmente (Aula 00). - Raiz do projeto: a pasta principal do projeto, a que você escolhe para o Claude trabalhar.
- Print (captura de tela): uma foto do que está na tela. Serve para mostrar ao Claude o que você viu: no terminal, cole com
Ctrl + V(Alt + Vno Windows); no app, arraste o arquivo para a caixa de mensagem. O print do celular, mandado para o computador, mostra o que só aparece na tela pequena (Aulas 04, 22 e 24). - Terminal: a janela onde você dá instruções ao computador digitando, em vez de clicar.
- Comando: uma instrução digitada no terminal, como
cd(entrar numa pasta) ouls(listar o que tem nela). - Shell (Bash, Zsh, PowerShell, CMD): o programa que lê os comandos dentro do terminal. Cada sistema tem o seu.
- CLI: um programa usado pelo terminal, como o próprio Claude Code na versão do terminal.
- Flag: uma opção de um comando, escrita depois de traços, como
--version. - Script: um arquivo com uma sequência de comandos.
- PATH: a lista de pastas onde o computador procura um programa quando você digita o nome dele.
- Variável de ambiente: um ajuste guardado no computador que os programas leem, como uma chave de acesso.
- Homebrew, winget, apt: programas que instalam outros programas por comando.
- Log: o registro, linha por linha, do que um programa fez.
- Pipe (
|): passa o resultado de um comando para outro. - Código de saída: o número que um programa devolve ao terminar. Zero quer dizer que deu certo.
chmod +x: o comando que deixa um script pronto para rodar.- x64, ARM64, Apple Silicon: tipos de processador. Eles definem qual instalador baixar.
- WSL: um Linux que roda dentro do Windows.
- SSH: um acesso seguro a outro computador pela rede.
- Contêiner, máquina virtual: um computador isolado dentro do seu, para testar sem risco.
- Localhost e porta: o seu próprio computador mostrando um site em teste, num endereço como
localhost:3000. - Servidor de desenvolvimento: o programa que mostra o site em teste no seu computador.
Arquivos de texto especiais
- Markdown (
.md): texto simples com marcas leves, como#para título. É o formato do CLAUDE.md, das skills e das aulas deste curso. - Frontmatter, YAML: o bloco entre duas linhas
---no topo de alguns arquivos, com o nome e a descrição deles. - JSON: um formato de configuração cheio de chaves, aspas e vírgulas. Uma vírgula errada estraga o arquivo inteiro, por isso é melhor pedir ao Claude para editar.
- CSV: uma planilha guardada como texto.
.env: o arquivo com as senhas de um projeto. Nunca se compartilha nem se publica..gitignore: a lista do que o Git não deve guardar.- README: o texto que apresenta um projeto.
A página e o código
- Código: o texto, escrito numa linguagem que o computador entende, que forma sites, apps e automações. O Claude Code escreve por você.
- HTML, CSS e JavaScript: a estrutura, a aparência e o comportamento de uma página.
- TypeScript: uma variação do JavaScript, usada em projetos maiores.
- Stack: o conjunto de tecnologias de um projeto.
- Node.js, npm, npx: o Node.js roda JavaScript fora do navegador; o npm instala os pacotes dele; o npx roda um pacote sem instalar.
- Pacote, dependência: código pronto, feito por outras pessoas, que o projeto usa.
package.json,node_modules: a lista de pacotes de um projeto JavaScript e a pasta onde eles ficam.- Teste automatizado: um programa que confere sozinho se outro programa funciona.
- Build: montar o projeto na forma final, pronta para publicar.
- Lint, formatador: um corretor de estilo do código e um arrumador automático do alinhamento.
- Bug, depuração: um defeito no programa e a caça à causa dele.
- Console e DOM: a área do navegador onde aparecem os erros da página, e a estrutura da página que o navegador monta.
- Janela anônima: uma janela do navegador que não usa as suas contas nem guarda o histórico. Serve para ver uma página como um visitante veria (Aula 25).
- Backend: a parte de um sistema que roda num servidor, longe do navegador.
- API: a porta pela qual um programa conversa com outro.
- Endpoint: um endereço de uma API que responde a um tipo de pedido.
- Domínio, requisição HTTP: o endereço de um site, como
github.com, e o pedido de uma página a esse site. - Link do WhatsApp (
wa.me): um endereço comohttps://wa.me/5511900000000?text=..., que abre o WhatsApp com a mensagem pronta para aquele número (Aula 09). - CDN: um serviço que entrega bibliotecas e arquivos prontos pela internet.
- Deploy, produção: publicar uma versão, ou pôr no ar; a versão no ar, usada pelo público (Aula 19).
- Migração: uma mudança na estrutura de um banco de dados.
- Valor fixo: uma informação escrita direto no código, em vez de ficar num ajuste.
- Editor de código, IDE, extensão: programas para editar código, como o VS Code e os da JetBrains; extensão é um complemento deles.
- LSP: o verificador de erros que os editores de código usam.
Git e GitHub
- Git: o programa que guarda o histórico de versões de uma pasta, para você poder voltar atrás.
- Repositório: a pasta que o Git acompanha, com todo o histórico dela. As versões ficam numa pasta escondida lá dentro, a
.git: não mexa nela nem a apague, porque é ali que mora o histórico (Aula 06). - Guardar uma versão (commit): fazer uma foto da pasta inteira, com uma frase dizendo o que mudou, para poder voltar a ela depois. Fica só no seu computador: guardar não envia nada para a internet (Aula 06).
- Histórico (log): a lista das versões guardadas, da mais nova para a mais velha (Aulas 06 e 10).
- Desfazer até a última versão guardada (
git restore): jogar fora as mudanças que ainda não foram guardadas, as boas junto com as ruins. As versões guardadas não mudam (Aula 10). - Linha principal (
main) e linha paralela (branch): o caminho principal das versões, que se chamamain, e um caminho separado, para mexer sem afetar a linha principal (Aulas 19 e 23). - Juntar (merge) e conflito: levar o que foi feito numa linha paralela para outra; o impasse quando as duas mudaram o mesmo trecho.
- Diff: o antes e o depois de cada arquivo.
+12 -1quer dizer 12 linhas a mais e 1 a menos. No terminal, o/diffmostra; no app, o card Changes (Aula 09). - Stash: guardar mudanças de lado, sem criar uma versão.
- GitHub: o site que guarda uma cópia dos repositórios na internet.
- Repositório público e privado: o público, qualquer pessoa vê, com todos os arquivos e todas as versões, inclusive o nome e o e-mail que as assinam; o privado, só quem você convidar (Aula 19).
- Remote: a cópia do repositório que fica no GitHub.
- Enviar para o GitHub (push): mandar as versões guardadas no seu computador para o GitHub. Com a página publicada, enviar para a linha principal muda o site no ar (Aulas 10 e 19).
- Force push: um envio que substitui o histórico que estava lá. É perigoso.
- Clonar: baixar uma cópia de um repositório.
- Pedido para juntar (pull request, PR): o pedido para levar o que foi feito numa linha paralela para a linha principal, com uma revisão antes. É por ele que a mudança feita numa sessão na nuvem chega ao site (Aulas 19 e 23).
- Issue: um cartão de tarefa ou de problema no GitHub.
gh: o programa do GitHub para o terminal. Na Aula 19, é com ele que o Claude cria o repositório no GitHub e o pedido para juntar.- GitHub Pages: o serviço gratuito do GitHub que põe uma página no ar a partir de um repositório, num endereço como
https://seu-usuario.github.io/confeitaria/(Aula 19). - CI, checks, GitHub Actions, workflow: conferências automáticas que rodam a cada mudança, e o arquivo com a receita delas.
- Secret: uma senha guardada no cofre do GitHub.
- Cópia separada (worktree): uma segunda cópia da pasta, numa linha paralela, para duas conversas trabalharem ao mesmo tempo sem mexer no mesmo arquivo. Precisa do Git (Aula 20, "Para ir além").
O Claude Code
- Prompt: o pedido que você escreve para o Claude.
- Modelo: a IA que pensa e escreve (Opus, Sonnet, Haiku). O Claude Code é o programa que usa o modelo no seu computador.
- Agente: uma IA que não só responde, mas age para cumprir um objetivo.
- Loop agêntico: o ciclo do agente: juntar informação, agir, conferir e repetir.
- Ferramenta: cada ação que o Claude sabe fazer, como ler um arquivo, editar, buscar na web ou rodar um comando.
- Contexto, janela de contexto: a memória de trabalho da conversa, que tem limite.
- Compactar: resumir a conversa para abrir espaço no contexto.
- Token: a unidade que mede o uso da IA e o custo dele.
- Cache: uma memória que deixa mais barato o que se repete.
- Esforço (effort): o quanto o modelo pensa antes de responder. Mais esforço pensa mais fundo e gasta mais do plano (Aula 08).
- Estilo de resposta (output style): o jeito como o Claude escreve na conversa. O
Explanatoryfaz o trabalho e explica as escolhas em blocos curtos (Aula 08). - Sessão Local e sessão na nuvem (Cloud): uma conversa de trabalho que roda no seu computador (Local) ou num computador da Anthropic (na nuvem). A da nuvem trabalha numa cópia do repositório do GitHub, segue com o seu computador desligado e só vê o que você enviou. Ela devolve a mudança numa linha paralela, que chega ao site pelo pedido para juntar (Aula 23).
- Comando de barra: um atalho que começa com
/, digitado na caixa de mensagem, como/plan. - Status line, spinner: a linha de informações embaixo da tela e o indicador animado de que ele está trabalhando.
- Modos de permissão: o quanto o Claude pode fazer sem perguntar: Manual, Accept edits, Plan e Auto.
- Regras de permissão (allow, ask e deny): regras no
.claude/settings.json. A allow deixa fazer sem perguntar, a ask sempre pergunta, até no modo auto, e a deny proíbe. A deny do.envé da Aula 05, e a ask do envio para o GitHub, da Aula 10. - Confiar na pasta: a pergunta que o Claude Code faz no terminal na primeira vez em que você o abre numa pasta. Antes do seu sim, as ações automáticas não rodam ali. O sim costuma valer também para as pastas que estão dentro dela, então confie só na pasta de cada projeto, nunca numa pasta grande, como a Documentos (Aulas 03 e 15).
- Plan Mode: o modo em que ele só estuda e propõe um plano, sem mexer em nada.
- Classificador: um segundo modelo que avalia o risco de cada ação no modo auto.
- Sandbox: uma cerca que impede os comandos de mexer fora da pasta do projeto.
- Ordem escondida (prompt injection): uma ordem escondida num arquivo, num site, num e-mail ou num convite da agenda, escrita para enganar o Claude. Se ele pedir licença para algo que você não pediu, recuse e pergunte de onde veio (Aulas 05 e 14).
- Checkpoint e
/rewind: no terminal, os pontos da conversa para onde dá para voltar, com os arquivos como estavam. É um dos jeitos de desfazer a mudança que quebrou a página. Não desfazem o que um comando mudou (Aulas 09 e 24). - Revisão (
/code-review) e achado: um segundo olhar sobre a mudança, com o contexto limpo. Cada problema que ele aponta é um achado, que você confere antes de corrigir (Aula 09). - Regras da casa (
CLAUDE.md): um arquivo de texto na pasta do projeto, que o Claude lê no começo de toda conversa, com o que vale sempre, como "o texto é em português do Brasil". Orienta, não tranca: o que precisa ser garantido vai numa regra deny ou ask. No projeto final, ele vai para o GitHub, então senha e dado de cliente ficam de fora (Aula 11). - Memória automática (auto memory): as anotações que o próprio Claude guarda, como quando você pede "lembre que eu prefiro fotos com fundo claro". Ficam só neste computador, fora da pasta do projeto, e não vão para o GitHub. O Claude lê as anotações no começo de toda conversa, como as regras da casa. No terminal, o
/memorymostra a lista e abre a pasta delas; no app, pergunte ao Claude o que ele guardou (Aula 11). - Subagente, um ajudante (subagent): um Claude à parte, com a própria memória de trabalho, que faz uma tarefa e volta só com o resumo, e a conversa principal quase não cresce. Para ter um ajudante seu, peça ao Claude: ele fica num arquivo em
.claude/agents/(Aula 12). - Segundo plano (background): um trabalho que continua enquanto você faz outra coisa, como o de um ajudante. No terminal, cada ajudante aparece numa linha embaixo da caixa de mensagem, e o
/tasksmostra o que está rodando; no app, o painel Background tasks, no menu ⋮ da barra de título (Aulas 12 e 20). - Fork: uma cópia da conversa que segue por outro caminho.
- Skill, uma receita: uma receita salva num arquivo
SKILL.md, de como fazer uma tarefa do seu jeito, como o post para o Instagram. O Claude segue sozinho quando o pedido combina com a descrição dela, ou quando você chama pelo nome, com/. Até ser usada, só o nome e a descrição entram na conversa (Aula 13). - Skill do projeto e skill pessoal: a do projeto fica em
.claude/skills/, na pasta da página, e vai junto com ela para o GitHub; a pessoal fica em~/.claude/skills/, na sua pasta pessoal, e vale em todos os seus projetos, neste computador. As skills que você ativa na sua conta do claude.ai também aparecem (Aula 13). - Conector: uma ligação entre o Claude e um app seu, como a agenda, o e-mail ou as planilhas. Ele se liga com botões, fica na sua conta do claude.ai e vale no terminal, no app e no chat. No Manual, o Claude pede licença antes de usar, até para ler (Aula 14).
- MCP: sigla de Model Context Protocol, o padrão por trás dos conectores, uma espécie de tomada universal. Dá nome ao comando
/mcp, que lista os conectores no terminal (Aula 14). - Stdio e HTTP: para quem já programa, os dois jeitos de ligar um servidor MCP pelo terminal ou por arquivo: um programa no seu computador ou um serviço pela internet (Aula 14, "Para ir além").
- Escopo: até onde uma configuração vale: só para você, para o projeto ou para a equipe.
- Ação automática (hook): um comando que roda sozinho num momento certo, como antes de um comando, depois de uma mudança num arquivo ou quando o Claude termina. Quem dispara é o Claude Code, e não o Claude, então ela roda sempre, sem depender de ele lembrar. Roda com as suas permissões: só aceite a de quem você confia (Aula 15).
- Evento, matcher: o momento em que uma ação automática roda e o filtro que diz a quais ferramentas ela vale. Aparecem só na parte "Para ir além" (Aula 15).
- Tarefa agendada (antes chamada de rotina): um pedido salvo que roda sozinho num horário. A da nuvem roda num computador da Anthropic, mesmo com o seu desligado, e trabalha numa cópia do seu repositório do GitHub; no app, existe também a local, que roda no seu computador, na sua pasta, com o app aberto (Aula 16).
- Lembrete: um pedido para daqui a pouco, ou repetido, dentro da conversa aberta, como "daqui a 20 minutos, me lembre de conferir a página no celular". No terminal, o
/looprepete um pedido num intervalo. Para quando a conversa fecha, e os repetidos param depois de 7 dias. No app, pedir um lembrete cria uma tarefa agendada de uma vez só (Aula 16). - Cron, UTC: um formato de horário que se repete; o fuso 3 horas à frente de Brasília.
claude -p: roda um único pedido e encerra, sem conversa.- Projeto (os Projetos do Claude Code): um lugar no claude.ai onde várias conversas trabalham ao mesmo tempo para você, na nuvem, e uma delas, a conversa principal, coordena as outras. Fica em Projects, no claude.ai/code, na aba Code do app e no celular, não no terminal. Não é o "Projeto" do chat do claude.ai (Aula 17).
- Conversa do Projeto (thread): uma frente de trabalho dentro de um Projeto. A conversa principal abre uma para cada pedido, e cada uma trabalha num computador separado, na nuvem, no modo auto. Para responder a ela, abra a própria conversa e escreva lá dentro (Aula 17).
- Library: a aba do painel Overview de um Projeto com os arquivos que você mandou e os que as conversas entregaram. O que está lá é uma cópia: mudou no seu computador, mande de novo e escolha Replace (Aula 17).
- Mod: um código que muda o Claude Code por dentro (a aparência e o que ele faz sozinho) e roda com as suas permissões: pode mexer nos seus arquivos, ler os seus segredos e aprovar passos sem perguntar. Vem dentro de um plugin. Quem não lê código não instala mod de terceiros (Aula 18).
- Built-in (de fábrica): no terminal, o grupo da aba Installed do
/plugincom os mods que vêm com o Claude Code, como o do painel do/diff. Eles não se desinstalam, e quase todos se desligam ali (Aula 18). claude --safe-mode: abre, no terminal, uma conversa sem as suas personalizações: sem oCLAUDE.md, as skills, os plugins, as ações automáticas, os conectores e os mods que você instalou. As regras deny e ask continuam valendo, e os mods de fábrica também. Na próxima vez que você abrir comclaude, tudo volta (Aula 18).- Várias conversas ao mesmo tempo: duas ou mais conversas abertas na mesma pasta, cada uma na sua tarefa e no seu arquivo. No app, cada conversa é uma sessão na barra lateral. Cada uma gasta o seu uso (Aula 20).
- Workflow: um roteiro que comanda muitos ajudantes numa tarefa grande. O
/deep-researché um que já vem pronto: pesquisa na internet, confere as fontes e entrega um relatório com os links. É a forma mais cara de trabalhar em paralelo. Não é o workflow do GitHub Actions, que tem o mesmo nome (Aula 20). - Equipe de agentes: várias conversas que trocam mensagens entre si, com uma delas coordenando. É experimental, só existe na versão do terminal e fica para quem programa (Aula 20, "Para ir além").
- Plugin: um pacote pronto, com skills e outros recursos (ajudantes, conectores, ações automáticas, mods), para instalar de uma vez. O que ele traz roda com as suas permissões: instale só o que vem de quem você confia (Aula 21).
- Catálogo de plugins (marketplace): a lista de onde os plugins são instalados. O oficial, da Anthropic, o
claude-plugins-official, já vem adicionado. Oficial é o catálogo: a maioria dos plugins dele é de parceiros e de outros autores (Aula 21). - Custo de contexto (Context cost): a estimativa, na página de um plugin do catálogo oficial, do quanto ele soma em toda mensagem (Every turn) e do que entra quando o Claude usa as receitas dele (When invoked). Aparece no
/plugin, no terminal (Aula 21). - Claude no Chrome (Claude in Chrome): a extensão do Chrome (ou do Edge) que deixa o Claude abrir uma página no seu navegador, clicar nela e contar o que viu, com os logins que você já tem. Cada site pede licença. No terminal, liga com
claude --chromee pede um plano direto da Anthropic (Aula 22). - Painel Browser: o navegador que fica dentro do app Claude Desktop, ao lado da conversa. Os arquivos da sua pasta abrem direto, e cada site de fora pede licença: Allow once, Always allow ou Deny. É um navegador limpo, sem os seus logins (Aula 22).
- Uso do computador (computer use): o Claude usando os apps da sua tela, com cliques e teclado, como uma pessoa faria. Está em prévia, nos planos Pro e Max, pede licença app por app, e o
Escpara tudo. Para uma página, o navegador resolve mais rápido (Aula 22). - Remote Control (controle remoto): continuar pelo celular uma conversa que roda no seu computador, no app do Claude ou pelo navegador, em claude.ai/code. O computador precisa ficar ligado, com a conversa aberta, e os pedidos de licença aparecem no celular (Aula 23).
- Dispatch: mandar uma tarefa pelo app do Claude no celular para o app Claude Desktop do seu computador, que abre uma conversa de código para ela. É dos planos Pro e Max, pede o app aberto no computador e, hoje, não está disponível para quem começa a usar agora (Aula 23).
/doctor: o check-up da instalação, das extensões, dosCLAUDE.mde das permissões. Mostra o que achou e só corrige o que você confirmar. Se oclaudenem abre, oclaude doctor, digitado no terminal, confere só a instalação, sem mudar nada (Aula 24)./feedback: no terminal, o relato de um problema do Claude Code para a Anthropic, mandado de dentro da conversa. A conversa vai junto: antes de enviar, você escolhe quanto dela vai e confirma. No app, o caminho é o Help → Get Support (Aula 24).- Artifact: uma página com link que o Claude publica no claude.ai, a partir da conversa. Ela nasce privada, só para você; no Share, com Anyone with the link, quem tem o link abre. A galeria, em claude.ai/code/artifacts, lista todas as suas (Aula 25).
- Agent SDK: o Claude Code como peça para programadores usarem nos próprios apps.
Conta e custos
- Plano (Pro, Max, Team, Enterprise): a assinatura do Claude que dá acesso ao Claude Code.
- Chave de API: um acesso cobrado pelo uso, separado da assinatura. Quem assina o Pro ou o Max não precisa dela (Aula 08).
- Limite de uso: quanto do plano dá para usar numa janela de cinco horas e numa semana, somando todos os modelos. Ao chegar nele, a mensagem mostra o horário da renovação, e dá para esperar até lá (Aulas 08 e 24).
- Créditos de uso (usage credits): um uso pago à parte, para continuar além do limite do plano (Aula 08).
- Serviço ocupado (
529 Overloaded): o serviço da Anthropic com gente demais ao mesmo tempo. Não é o seu limite e não conta nele: espere alguns minutos e tente de novo. Na dúvida se o problema é com todo mundo, veja o status.claude.com (Aula 24). - Central de ajuda (support.claude.com): onde pedir ajuda à Anthropic sobre conta, cobrança e assinatura. No app, o menu Help → Get Support leva até ela (Aula 24).
- Credencial: a senha de um serviço.
- Verificação em duas etapas (2FA): um segundo passo no login, além da senha: um código que muda a cada poucos segundos, gerado num aplicativo do celular. O GitHub recomenda e exige de algumas contas (Aula 19).
- Owner: o administrador da conta de uma empresa.